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[Jornada] Nick

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[Jornada] Nick

Mensagem por Nick em Sex Dez 21, 2018 5:42 am

.........新世界より






#001 - 四年後の君へ
Blake e Larvesta deixam Tartaros City e buscam abrigo em uma caverna após o início de uma forte tempestade de verão. Pode ser a oportunidade para a captura de um novo Pokémon como também a chance de revisitar e (tentar) superar o passado.

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Nick
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Re: [Jornada] Nick

Mensagem por Nick em Sex Dez 21, 2018 5:59 am



#001
PARA VOCÊ, QUATRO ANOS DEPOIS

四年後の君へ



AVISO: Insinuação de conteúdo sensível/violento, classificação +16. Prossiga por sua conta e risco.

(Liability innuendo)
His dull head spilled by that May lucid dream.
"You don't feel the same". Thought in conclusion.
Inside-screaming behind every ripped seam
As through every path led to delusion.
[...]
As mãos trêmulas ao horizonte sabiam pouco sobre o local para onde as correntes de ar entre os dedos os conduziam. O vento médio e constante rumo às baixas pressões dava a trilha como uma bússola permanente, indicando o norte. Seu ritmo era lento e não deixava passar nada despercebido, Blake na verdade acompanhava Larvesta sem pressioná-lo demais. Poupar energia no momento podia vir a ser de grande valia em breve com o céu arriscando chuva. Tartaros mais lhe parecia um gigante labirinto, porém Kierkegaard já avistara uma de suas saídas, ao leste.
"Maldita boca..."
Chuviscos de intervalos longos cutucavam o jovem na cabeça através da capa escura que vestia, mas o barulho fazia-se presente mesmo através do contato da água com os galhos e troncos secos. Não se tratava do melhor tempo para sair com seu Pokémon de fogo ao desconhecido. Podiam retornar à cidade, estavam afinal a alguns passos da entrada, todavia, o filho de Søren optou por não recuar, apenas retonar o companheiro para sua cápsula e preservá-lo da umidade nociva para sua saúde.
— Pode voltar, Larvesta. — Agachou-se devagar, convidando-o à Pokébola ao estender seu braço.
No entanto, a criaturinha deu um salto para o lado. Enquanto isso, a chuva continuava caindo sobre as costas de Blake, engrossando aos poucos. Logo mais a capa estaria toda ensopada e não teria mais serventia senão lhe dar um resfriado de verão mais tardar. A linguagem corporal deixou claro o que o pequeno desejava.
— Você sabe que não quero te deixar mal-acostumado... — Trivialmente, abriu espaço entre os braços para acomodar o Pokémon, que subiu prontamente. Mesmo sendo ainda baixinho, era como segurar chumbo, mas fazia o possível para mantê-lo consigo. — Vamos. — Reclinado, para não deixar gota alguma cair sobre o menor, o nortenho prosseguiu em busca de um abrigo, pois não aguentaria tanto peso por muitos minutos. Sua mente, contudo, viajava longe, recordando de parte daquele poema que queria esquecer.

[...]
Under his eye I already lost sight.
Unnecessarily still mistreated.
It is a matter of power and might
In a war I'm already defeated.
[...]

Pingos decíduos rasgavam o céu daquela tarde, intensificando a cada minuto. Blake buscava abrigo, mas mal conseguia se concentrar com o peso de Larvesta sobre seus braços. De corpo curvado para a chuva não atingir o companheiro, a tarefa ficara ainda mais árdua. Mesmo relativamente cedo, a névoa e nuvens na região diminuíam visibilidade e nível de iluminação. Perguntava-se por que sempre se sujeitava a esses perrengues tão evitáveis? Sabia a resposta, e não era autossabotagem.
Devia seguir em frente a qualquer custo.
A visão a frente era maravilhosa demais para crer ser verdadeira, talvez fossem as pálpebras umedecidas pelo clima. Mais a frente, um arco formado de uma rocha maior, muito atingida pela erosão, indicava a entrada para um buraco largo guardado pela inusitada escultura natural. Sørensen ouvira a respeito de cavernas em abundância em algum lugar no sul de Equestria, estaria ele enganado? Apressado e com as costas completamente encharcadas, somente olhou o terreno e sua profundidade, ademais, não pensou duas vezes antes de se jogar para escapar do temporal.
Os sapatos de Blake serviam como freio único na rampa, já que sua capa, então suja de terra, deslizava sobre a superfície acidentada. Contrário ao que pensava, enquanto aproveitava a descida, o nortenho deu-se conta de que a mesma era maior e “iluminada” do que imaginara, relativamente ampla e a dar acesso a uma rede de cavernas menores. Aquela era apenas mais uma.
Larvesta saiu de sua aba assim que o treinador levantou-se. Kierkegaard gemeu devido ao ar gélido no interior, tão ruim ou pior quanto na chuva. Tirou a capa e a camiseta fina primeiro, procurou por sua toalha e pela primeira peça de roupa quente que visse pela frente. Atrás de si, o tipo híbrido, compadecido, emprestou suas chamas para aquecer seu corpo de longe como fogueira andarilha. Após a troca, guardou o restante do vestuário, contudo, manteve-se a segurar o capuz, com o qual deixou com o Pokémon na incumbência de secá-lo, próximo a seus "pelos", para não queimá-lo por ora.
Já devidamente agasalhado, Blake foi sem pressa atrás de algo que lhes pudesse ser útil, na mochila, sem sucesso. Deu-se conta de um utilitário bem na sua cara a passar despercebido: galhos secos medíocres, os quais poderiam servir de fonte de luz.
— Certo, Larvesta, use Ember aqui, com cuidado.
O pequeno incendiou a ponta do objeto, tornando-o tocha. Instantaneamente a região ficou menos lúgubre, dando para observar mais detalhes. A iluminação da qual Blake se referia anteriormente era de frestas de entradas como a que ele e seu Pokémon entraram. O som do bater de asas em um mesmo e característico intervalo dava a entender a presença de Zubats na região. "Eu não pedi por isso...". Tomou também o pano de perto do inseto, agora já seco, pendurando-o no próprio pescoço. "Nunca se sabe..."
— Vamos atrás de outra saída, que tal?
Seu parceiro não fez rodeios, assentiu e seguiu colado na barra de sua calça jeans preta. Os barulhos de Pokémon intensificaram quando o garoto ergueu a tocha na altura da cabeça. Mais e mais forte, ficou evidente que uma colônia se aproximava. Nick ergueu a Pokédex depressa e cobriu o rosto com o antebraço direito. A revoada passou depressa e perto o suficiente para apagar a chama, deixando-os no breu outra vez, inclusive os obrigando a recuar alguns passos.
"Zubat, o Pokémon morcego. Mesmo sem olhos, Zubat pode sentir obstáculos através do sonar que emite de sua boca. Permanece imóvel no escuro na maior parte do dia, pois a exposição contínua ao calor do Sol queima facilmente sua pele."
Quando abriu os olhos, dez segundos depois de finalmente seguros, a chama que sentiu se apagar estava acesa novamente. Larvesta, como bom filhote de mariposa, enxerga muito bem no escuro, já tendo cuspido outra labareda para reacender o objeto.
— Bom trabalho. — Abaixado, fez carinho em cumprimento ao amigo, demonstrando afeto aninhado ao treinador.
Seguiram o caminho, agora com mais cautela com quem poderiam vir a provocar.
Frio e úmido, o local não era do agrado de nenhum dos dois, em especial Larvesta. No entanto, para com Blake recobrava muita nostalgia com sua vaga semelhança a Crystal Empire. Estalactites e estalagmite eram bem comuns, principalmente perto do centro, onde um grande lago cristalino se formou, provavelmente por vários anos de água escorrendo através de rochas porosas. Nessa parte, a iluminação ficou ainda mais compreendida e os viajantes deviam ser cautelosos por onde pisavam.
Esse pouco de prudência extra os concedeu percepção mais ampla sobre o espaço no qual se inseriam. No canto esquerdo, uma movimentação estranha de uma graciosa criatura rosada os atraiu atenção. Sobre uma rocha perfeitamente esférica, o Pokémon performava uma dança ritualística hipnotizante, literalmente de outro mundo.
— Psst, veja! — Em sussurros, apontou a Pokédex para o alvo. Teve o cuidado de ligar o modo silencioso do aparelho antes.


Espécie: Cleffa
Nível: 5
Sexo: Feminino
Habilidade: Cute Charm/Magic Guard
Shiny: Não
— Larvesta, é nossa chance. Estou atrás de um tipo fada faz tempo. Se aproxime de fininho e use Ember por trás, ok?
Para o jovem, seu Pokémon iria se suceder bem na tarefa furtiva. Cleffas, no geral, são ditos como pequenos e graciosos, não seria possível que uma criaturinha tão fofa fosse dar trabalho não é mesmo?
Errado.
Assim que o inseto ficou pronto para atacar, seus "chifres" vermelhos se acenderam para lançar o brasa, um redemoinho de calor formado por fagulhas dispersas fora criado. Mesmo oculto, instantes antes de acertar o tipo fada, o próprio deu um salto quatro vezes maior que sua altura, indo para outra plataforma de pedra similar. Virou-se, apertou as bochechas e arregalou os olhos, como se fosse indefesa; nada menos que Charm barato.
Larvesta prosseguiu em tentativas de acertá-lo. De rocha em rocha, Cleffa perdia a paciência até dar o primeiro chilique. Balançou os bracinhos curtos como aviso e pôs-se a resmungar estridente, pulou a outro ponto de apoio antes de enfim contra-atacar. A patinha esquerda acendeu poderosa em branco briluz, entregando pouca margem para resposta dos forasteiros. — Larvesta! String Shot!
Fios de inseto não são o suficiente mesmo para segurar algo tão diminuto, no máximo retardar sua ação. O tapa que dera no Pokémon não chegou a machucar profundamente, porém, rompeu violentamente a ligação entre os dois ao cortar as linhas viscosas que os uniam. Seda para todo lado, a fada tropeçou no primeiro passo, esperneando. Dessa vez, porém, era diferente: similar a dança de Metronome, projetou sobre si um orbe radiante de razoável circunferência, o qual, ao estar finalizado, perseguiu Larvesta onde quer que esse estivesse.
— Ember! Não vamos desistir!
No momento em que mentalizava o golpe indicado, de sua boca não saía nada senão o último movimento que utilizara. Blake se ligou na hora: tratava-se de Encore. "Ugh... Nem para ter utilizado Ember antes disso." o String Shot, entretanto, acertou Cleffa mais facilmente, agora que sua velocidade tivera sido reduzida.
— Sem problemas, tenho um plano! Use o String Shot mais uma ou duas vezes. Hoje vamos ter assado. — Riu sadicamente.
Nesse ritmo, o conflito seguiu morno nos arranca-rabos consecutivos. O selvagem obteve sucesso ao acertar mais um tapa no rosto do adversário, paulatinamente mais desajeitado, já que suas pernas grudavam no chão e lhe faltavam forças para tirá-las depressa. Havia um porém: o que o treinador de fato pensava quando disse "assado"?
— Confie em mim. Certo? — Retirou a velha capa escura do pescoço e, com a sinistra, espalhou o fogo da tocha de ponta a ponta, com um espaço menor vago que o permitia apanhar a veste em chamas sem ser queimado. — Corre e faça um caminho de fogo ao redor dele com a capa. Só não o queime, ok? — Deu o objeto ao companheiro, em sua boca. "Quero ver ele fugir agora que não pode pular".
Cleffa, assustado, até tentou escapar, mas fora completamente retardado pelos efeitos dos fios que subestimara mais cedo. Em instantes sem ser apto para fugir, uma fogueira da qual não podia escapar foi formada pela ação veloz do inimigo. Era o movimento ideal para agir, isso se não desejasse que fizessem churrasco alienígena ali mesmo. Calado e inseguro, jogou a Pokébola no meio do fogo, em direção ao pequeno, quicando em sua cabeça e caindo fora da zona. Um, dois, três. Na quarta sacudida, o balançar cessou, apontando a captura.
Sørensen correu em encontro à Pokébola, dando um peteleco de madeira nela para tirá-la de perto da zona de perigo. As veias de sua mão pulsaram ao agarrá-la. Em anos, sua primeira captura, mais um fragmento eufórico de início de jornada, como se uma droga invadisse cada vênula e capilar, com batimentos cardíacos de sobra, o suficiente para causar-lhe uma ataque. Mas isso não lhe ocorria no momento.
Algum sentimento ímpar invadiu-o de repente. Dobrou seus joelhos e trouxe o amigo à nuca, abraçando-o melancólico. — Obrigado. — Mantiveram o ato por longos segundos, até o treinador desvencilhá-lo de sua intimidade. — Desculpe se te fiz passar por mais essa... — Trocou afagos em sua cabeça felpuda. Larvesta desejava tranquilizá-lo. — Está certo, a gente tem que ir ao Centro Pokémon, né?
Não fosse seus mais de quinze quilos, daria esse mimo merecido para seu parceiro, todavia, tratava-se de um assunto de coluna. Destarte, então sem pressa, uma vez que o barulho do temporal havia cessado, buscaram a saída por uma fresta de luz próxima qualquer, para seguir para Dalaran. Não obstante, perto do buraco pelo qual sairiam, estavam três presentes bem embrulhados, mas largados. "Mas que diabos...?" Blake os pegou, com a dúvida do que poderia ter acontecido para eles terem vindo parar lá. Podia ser a chuva ou...

[...]
So I wonder if I'll ever find out,
Perhaps in a morning of December,
Making this lonely city yearn, no doubt,
For my devotion shouts, I'll remember.
[...]

No cume de um morro, com visão para Dalaran, finalzinho de tarde, Kierkegaard deitava-se sobre a grama verdejante, a qual as gotículas de orvalho se apoderaram. Não tirava os olhos do braço direito e de uma cicatriz de quatro anos atrás, a única na região que ficou com marcas. Possuía uma cicatriz na barriga muito mais profunda e séria, por decorrência do trabalho, porém, eram muito diferentes entre si: a no abdômen era acidental, a outra não. Mergulhou o antebraço devagar sobre os olhos lacrimejantes e recordou-se que já se passaram quatro anos: "Se eu tenho tudo, por que nada vai bem? E esse pensamento continuava por permear sua vida de forma a não saber o que era verdade ou ilusão criada por outra personalidade.
O tipo inseto se aproximou sem que se desse conta. Como uma esponja, percebeu o humor do treinador e se aprochegou à esquerda, "forçando-o" a fazer carinho em si. Blake não chorava propriamente, nem via o passado com nostalgia,
— Já faz quatro anos, né?... — Flexionou os músculos da barriga e reclinou-se apoiado sobre o braço direito. — Mal te conheci e você me visitava todas as vezes no hospital. — Tendo secado os olhos, engoliu seco. — Quero tentar sempre o melhor para te merecer. — Viu o horizonte com um olhar diferente, inspirado por sua companhia.
Trocado ou não, com ou sem cicatrizes, talvez despersonalizado. Sentia que ainda respirava, sentia algo no peito e tinha pelo que agradecer.
"Irei vencer as probabilidades".

[...]
And although I can see the light coming,
That emptiness filled heart of mine's trembling.
Poema completo + Tradução:

『Liability innuendo』
His dull head spilled by that May lucid dream.
"You don't feel the same". Thought in conclusion.
Inside-screaming behind every ripped seam
As through every path led to delusion.
Under his eye I already lost sight.
Unnecessarily still mistreated.
It is a matter of power and might
In a war I'm already defeated.
So I wonder if I'll ever find out,
Perhaps in a morning of December,
Making this lonely city yearn, no doubt,
For my devotion shouts, I'll remember.
And although I can see the light coming,
That emptiness filled heart of mine's trembling.

(Insinuação de responsabilidade)
Sua cabeça lúgubre derramou através daquele sonho lúcido de Maio.
"Você não sente o mesmo". Pensou em conclusão.
Gritando internamente por trás de cada costura rasgada
Como todo caminho levava à desilusão.
Sob seu olho eu já perdi a vista.
Ainda desnecessariamente maltratado.
É uma questão de força e poder
Em uma guerra que eu já perdi.
Então me pergunto se um dia descobrirei,
Talvez numa manhã de Dezembro,
Fazendo essa cidade solitária ansiar, sem dúvida,
Por meus gritos de devoção. Eu me lembrarei.
E ainda que eu veja a luz vindo,
Esse meu coração preenchido de vazio treme.
Notas finais:

- A palavra "Briluz" foi retirada da tradução do poema "Jabberwocky" e coloquei apenas porque senti que daria o tom que buscava.
- Usei os pronomes no masculino porque Cleffa não tem nenhuma característica visível de dimorfismo sexual, então, assumi que Blake não sabia de seu gênero até a captura.
- Tomei liberdade para fazer um poema enquanto escrevia a narração em si. Gosto de fazê-los com certa frequência pois abre margem para várias interpretações, além de que o fluxo de pensamentos não é tão organizado como palavras num conto, talvez como num poema. A métrica é a de um soneto inglês clássico: três quartetos seguidos por um dístico, todos versos decassílabos. Esquema de rimas ABAB CDCD EFEF GG. Também fiz uso da licença poética e fugi da "norma culta".
- Gostaria de participar do evento. Algum problema deixar os presentes guardados? <3
- Novamente retomando a palavra "fluxo", peço perdão pela forma que meu texto fluiu, quase como um quebra-cabeças tortuoso. Agradeço a paciência de todos sz.




TREINO/CAPTURA ▪️ ROTA 49 ▪️ COM LARVESTA



Nick
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Re: [Jornada] Nick

Mensagem por Mordred em Qua Dez 26, 2018 5:18 pm

Avaliação
História: Seu texto em si está excelente, entretanto a falta de espaçamento entre os parágrafos e uma falta de distinção das falas em relação ao restante acaba deixando a leitura confusa e entediante. Outro fato que me confundiu foi à história do personagem, mas talvez tenha deixado para supera um acontecimento passado ao decorrer da jornada. Enfim, foque-se em melhorar os pontos abordados que consequentemente influenciará positivamente em sua nota.
Batalha: Você fez uma boa descrição dos ataques, além disso, utilizou a vestimenta em chamas para atear fogo ao redor do oponente, fugindo do simples combate de ataques. Quando capturou a Cleffa, lembrei-me do Anime e sinceramente gostei bastante, a clichê emoção positiva depois de uma captura, mas que sempre é bem-vinda.
Ortografia: Quanto à gramática, posso contar certos erros que poderiam ser evitados caso o texto fosse revisado. Dentre eles, a falta de concordância de gênero, concordância verbal, uso da crase e um pequeno erro no uso dos pronomes. No caso em ''ver ele'', é inadequado em um texto, sendo utilizados 'vê-lo' ou 'o ver'.
Nota:
✮✮✮✮
Bônus:

Larvesta recebeu 1200 de Experiência e subiu para o nível 8! (150/450)

O player recebeu 200 de Experiência de classe e subiu para o nível 2! (100/200)


Larvesta
Nvl: 8 (150/450)
Hp: 18/21
+30 Happiness!


Cleffa
Nvl: 6 (0/350)
Hp: 0/17

Recebeu uma Yellow Apricorn.
Gastou uma Poké Ball.
Mordred
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Joker

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Re: [Jornada] Nick

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